Quadrilha fabricava e comercializava anabolizantes clandestinos

Pelo menos, 14 pessoas foram presas, nesta terça-feira (14), acusadas de comercializar anabolizantes e substâncias ilegais contendo substâncias tóxicas e nocivas aos seres humanos. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o bando utilizava até repelentes de insetos. A ação fez parte de uma operação.

As equipes cumprem 23 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, além de oito mandados de medidas cautelares diversas da prisão.

Ao todo, 23 pessoas foram denunciadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) pela fabricação, armazenamento e logística de distribuição dos produtos.

No DF, os investigadores da PCDF cumprem mandado de busca e apreensão em uma gráfica localizada no Setor de Gráficas de Taguatinga. Materiais, que seriam utilizados para embalar as substâncias e produtos, foram localizados e serão encaminhados à perícia e, posteriormente, destruído.

As investigações começaram em junho do ano passado. O Setor de Inteligência da polícia do Rio de Janeiro identificou grandes quantidades de anabolizantes enviadas diariamente pelos Correios para diversos endereços do Rio de Janeiro e para destinatários localizados em outros estados.

A quadrilha vendia os produtos em plataformas on-line e redes sociais, movimentando mais de R$ 80 milhões pelas contas bancárias de alguns dos investigados. Ainda neste período, a polícia apreendeu mais de 2 mil substâncias ilícitas que seriam remetidas, gerando prejuízo de mais de R$ 500.

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