Terremoto de magnitude 7,0 atinge a costa de Tonga

Imagem do tremor de terra registrado em Tonga, no Pacífico, registrada pelo USGS — Foto: Reprodução USGS

Um terremoto de magnitude 7,0 atingiu a região de Tonga neste domingo (30), segundo o USGS – United States Geological Survey (sigla em inglês para Serviço Geológico dos Estados Unidos).

A ilha está localizada no que é conhecido como “círculo de fogo”, uma região com ilhas do Pacífico mais propensa a esse tipo de fenômeno.

O terremoto acontece três dias após outro tremor ter ocorrido na região central Mianmar, no sudeste asiático. O terremoto de magnitude 7,7 ocorreu na madrugada desta sexta-feira (28) pelo horário de Brasília. De acordo com dados da mídia estatal, mais de 1,7 mil pessoas morreram, 3,4 mil ficaram feridas e mais de 300 estão desaparecidas.

Saiba mais sobre o terremoto que devastou Mianmar:

    O país, localizado na Oceania, está em uma das regiões mais sismicamente ativas do mundo. Desde 1900, pelo menos nove terremotos de magnitude 7, ou superior, foram registrados em um raio de 250 km do epicentro do tremor que ocorreu neste domingo.

    De acordo com cientistas, terremotos rasos como esse podem causar deslocamento vertical do fundo do mar, aumentando o risco de tsunamis. A proximidade de Tonga com o epicentro significa que, caso uma onda gigante fosse gerada, o tempo para alertar a população seria extremamente curto. Em último boletim, a USGS descartou um risco de um tsunami na região.

    As autoridades locais seguem monitorando a situação e avaliam possíveis impactos do tremor na região. Ainda não há informações sobre possíveis vítimas ou danos estruturais.

    Escombros de edifício destruído do Sky Villa Condominium, em Mandalay, Mianmar, em 29 de março de 2025, um dia depois que um terremoto atingiu o centro do país — Foto: Sai Aung Main / AFP
    Escombros de edifício destruído do Sky Villa Condominium, em Mandalay, Mianmar, em 29 de março de 2025, um dia depois que um terremoto atingiu o centro do país — Foto: Sai Aung Main / AFP

    Fonte: G1

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