A competitividade faz bem?

É possível desenvolvê-la de forma saudável e construtiva

13 de abril de 2023 484 visualizações
Postado 2023/04/13 at 10:42 AM

Com a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho, é fundamental entender como a competitividade pode ser uma ferramenta importante para o sucesso profissional. No entanto, o tema ainda é alvo de muitos preconceitos. Na coluna desta semana, discutiremos o que é a competitividade no nosso mundo feminino, sua importância para o mercado de trabalho e como as mulheres podem desenvolver e utilizar essa competência de forma positiva.

Antes de discutirmos a competitividade no mundo feminino, é importante entendermos o contexto atual da participação das mulheres no mercado de trabalho. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020, a taxa de participação das mulheres na força de trabalho era de 53,3%, enquanto a dos homens era de 72,7%. Ou seja, as mulheres ainda estão em desvantagem em relação aos homens quando se trata de inserção no mercado profissional.

Apesar desse panorama, é importante destacar que as mulheres têm se destacado em diversos setores. De acordo com um estudo da consultoria McKinsey, empresas com maior diversidade de gênero têm melhores resultados financeiros. Além disso, outro estudo, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que empresas lideradas por mulheres apresentam maior lucratividade e produtividade.

A competitividade pode ser definida como a capacidade de se competir no mercado de trabalho, de forma saudável e construtiva. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a competitividade não significa a busca por vencer a todo custo. Pelo contrário, a competição pode ser uma ferramenta para o desenvolvimento pessoal e profissional.

Outro ponto importantíssimo é que a competitividade não pode ser confundida com a rivalidade, um estereótipo que muitas vezes é associado às mulheres no ambiente de trabalho. A rivalidade feminina é caracterizada pela competição desleal e pela busca por prejudicar outras mulheres. Esse comportamento não é construtivo e não contribui para o desenvolvimento profissional feminino.

Para desenvolver a competitividade de forma positiva, é importante seguir algumas dicas.

A primeira delas é focar nos próprios objetivos e metas, em vez de se comparar com os outros. Cada pessoa tem suas próprias habilidades e competências, e é importante valorizar o que cada uma tem a oferecer.

Além disso, é importante buscar constantemente o aprendizado e o desenvolvimento de novas habilidades. Isso pode ser feito através de cursos, treinamentos e até mesmo de feedbacks construtivos recebidos dos colegas e gestores.

Outra dica importante é trabalhar em equipe. A competição saudável não significa trabalhar sozinha e tentar ser a melhor em tudo. Pelo contrário, é importante valorizar a colaboração e o trabalho em equipe, reconhecendo e valorizando as contribuições dos colegas. Afinal, todas as vezes que algo é desenvolvido em equipe. Sempre surgem as melhores ideias e sugestões.

Também é importante cultivar uma postura positiva e proativa. Em vez de reclamar ou se vitimizar, é importante assumir a responsabilidade pelos próprios resultados e buscar soluções criativas para os desafios do dia a dia.

Por fim, é importante lembrar que a competitividade não deve ser uma fonte de estresse ou ansiedade. É fundamental buscar um equilíbrio saudável entre a vida profissional e pessoal, cultivando hobbies e atividades que proporcionem bem-estar e equilíbrio emocional.

Até a próxima semana!

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Hisis Hortênia | QG Mulher Loja Colaborativa de Mulheres

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