Uma unidade de saúde não é necessariamente um lugar onde as pessoas desejam estar. Mas há maneiras de fazer com que esse serviço prestado em um momento de desconforto seja o mais confortável possível, especialmente para as crianças. Foi buscando isso que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) criou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) que contam com atendimento pediátrico.
“Atualmente, a iniciativa dos Espaços Humanizar Kids está consolidada em todas as UPAs com atendimento pediátrico do IgesDF, sendo elas Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. Esses espaços foram implantados com o objetivo de tornar o ambiente de espera mais acolhedor, lúdico e adequado às necessidades do público infantil”, destacou a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, Anucha Soares.
As salas têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter os pequenos. “O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor”, observou a gerente, acrescentando que a criação dos espaços foi feita “por meio de parcerias com a iniciativa privada sem a utilização de recursos próprios do instituto, o que reforça o engajamento coletivo em torno da humanização do cuidado”.
“O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor”Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF
Os primeiros espaços ficaram prontos em outubro do ano passado. À época, a então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha — que é madrinha do programa Humanizar, do IgesDF — acompanhou a inauguração da sala na UPA de Sobradinho.
“Desde a implantação, já é possível observar resultados importantes, como a redução da ansiedade durante o tempo de espera, maior engajamento das crianças no ambiente e uma percepção mais positiva por parte das famílias em relação ao atendimento. Os espaços contribuem diretamente para tornar a experiência mais leve, humanizada e alinhada às necessidades do cuidado infantil”, arrematou Anucha Soares.
Fonte: Agência Brasília



