Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, aos 68 anos

O maior jogador de basquete do Brasil, conhecido como "Mão Santa", faleceu após mal-estar e internação às pressas nesta sexta-feira (17)

Foto: Reprodução/Instagram

O esporte brasileiro está de luto profundo. , aos 66 anos. O ícone do basquete, conhecido como “Mão Santa”, passou mal nesta manhã, foi internado às pressas em um hospital próximo à sua residência, na Grande São Paulo, e veio a óbito nesta tarde.

O que aconteceu

  • A morte de Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, repercute no esporte nacional após sua internação emergencial nesta sexta-feira (17).
  • A causa exata do falecimento ainda não foi confirmada, mas o ex-atleta lutava contra um glioma, um tumor cerebral diagnosticado em 2011.
  • Oscar Schmidt, com 49.737 pontos, é reconhecido como o maior cestinha da história do basquete mundial e ídolo do Pan-Americano de 1987.

Ainda não há confirmação de qual foi a causa do falecimento do ex-jogador. Em 2011, Oscar Schmidt foi diagnosticado com um glioma, um tipo de tumor cerebral. O “Mão Santa” passou por cirurgias e sessões de quimioterapia. Em 2022, o ídolo chegou a anunciar que havia interrompido o tratamento quimioterápico por decisão própria, sentindo-se curado e cansado dos efeitos colaterais, mas nunca deixou de ser monitorado.

O legado inigualável do “mão santa” no basquete

A carreira de Oscar é um compilado de recordes que o colocam no panteão global do esporte. Ele é reconhecido como o maior cestinha da história do basquete, com a marca impressionante de 49.737 pontos.

Sua trajetória é marcada pelo histórico ouro no Pan-Americano de Indianápolis, em 1987, quando liderou o Brasil em uma vitória épica sobre os Estados Unidos dentro de sua própria casa. Além disso, Oscar detém o recorde de maior pontuador da história das Olimpíadas, tendo disputado cinco edições dos Jogos e anotado 1.093 pontos no total. Também é detentor do recorde de pontos em uma única partida no torneio: 55 pontos anotados contra a Espanha em Jogos Olímpicos de Seul 1988.

Membro do Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, ele abriu mão da NBA para defender a Seleção Brasileira. Na época, a NBA proibia que jogadores da liga americana defendessem suas seleções nacionais. A lenda do basquete brasileiro chegou a ser draftado pelo New Jersey Nets (atual Brooklyn Nets), em 1984, mas recusou o convite.

Fonte: ISTOÉ

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